Deito-me gentilmente nos teus cabelos
e olho para mim,
desta maneira sem propósito,
e sem vendo o fim,
agarro esse teu cuidado.
Não vejo como foi possível,
nem tal encontro razão,
explico e tento fugir,
mas para quê? embora já o saiba de antemão
Aguentar, tem de ser!
Pois então
tento novamente. E porque não?