Fui a uma entrevista no outro dia, mas o mais inquietante nesse dia foi ao lamoço, uma mulher.
Algo me fascinou nela.
Era diferente ao normal.
Trocamos olhares e nunca mais largamos.
Eu numa mesa, ela noutra.
Uns olhos... tal penetrantes que via as ondas do mar dentro dela. A delicadeza e pensamento de cada movimento, foi intoxicante.
Em cada garfada pensava em aventuras heróicas, pensando que por algo milagroso sejam realidade e todos saibam quem eu sou, e assim, ela falaria comigo.
Mas não. Acabei o meu almoço, levantei-me, olhei para ela, ela para mim, fiz um gesto com a cabeça de adeus e larguei o meu sonho.
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